Desculpa! Os 5 maiores arrependimentos antes de morrer

Esta é a reprodução de um texto enviado aos coachees que atendi no ano de 2015.

“Atendi no mês passado uma pessoa que infelizmente encontrava-se já em estado terminal.
Nessas suas últimas três semanas de vida finais eu aprendi com ela algumas coisas e comprovei outras.

A vida é breve demais para ser adiada. A felicidade é algo urgente e a liberdade pessoal para se viver isso é uma autorização interna. O que você escolhe viver é uma manifestação de escolhas autorizadas intimamente.

Somos nós que nos impedimos nossa verdadeira realização para que a vida não passe em branco.
Estou passando esse mesmo texto para outras pessoas que já estou atendendo e gostaria muito que deixasse seus respectivos cônjuges a lerem junto com você.
Gostaria muito que preferissem imaginar que as escolhas são responsabilidade de cada um.
Perante o Criador, os talentos emprestados só cabem a cada um decidir usá-los ou não. A parábola bíblica você já sabe. Enterrar ou multiplicar os seus talentos?
Eu já me acostumei com minha sincronicidade com pessoas e acontecimentos. Caem nas minhas mãos textos, vídeos, livros e outras coisas que sempre sei que vieram para serem repassados para aquelas pessoas que estou atendendo. A cada época isso acontece em temas diferentes. Quando estou atendendo em uma sessão de Coaching, eu me surpreendo ainda com clientes que relatam que estavam pensando no mesmo assunto ou que já estavam com esse certo pensamento na cabeça quando ele ouve pela primeira vez na sessão. Parece que minha fala vira uma confirmação do que ocorre em suas mentes como se estivesse lendo o pensamento do outro. E essa sintonia não se encerra depois que a sessão se finaliza, pois o processo de Coaching continua para a pessoa mesmo depois que foi embora.
Sinto que continuo recebendo as mensagens para clientes de uns quatro anos atrás e eu ainda continuo enviando alguma coisa para cada um deles sempre que sinto ser pertinente.
Esse texto abaixo eu tive contato logo depois que essa minha paciente fez sua passagem. No último atendimento que realizei com ela, ouvi dela que a coisa mais importante naquele momento seria – “apenas respirar”. Quantas vezes nos damos conta que estamos respirando? Qual maior simbologia em estar vivo do que a sua respiração? Se comida você consegue ficar algumas semanas. Sem água alguns dias, mas sem respirar por 3 minutos parecem ser vitais.
Considerei que aquelas palavras carregavam muita simbologia e o quanto esquecemos de agradecer pela nossa respiração – pelos pequenos milagres que estão acontecendo em cada momento de nossas vidas. Mal agradecemos também pelas coisas simples e mágicas e insistimos focar nos problemas e na limitação – na falta, na tristeza e na dor.
Crenças limitantes nos cegam e fazem que um oceano de bênçãos sejam impedidas de chegar até nós com a simplicidade com que já deveriam ter se manifestado – surpreendentemente simples assim. Só basta não impedi-las de chegar.
Como todos os dias são de celebração da vida, eu gostaria de que a mensagem abaixo servisse para alertar sobre o valor da vida e do quanto podemos agir hoje, no aqui e agora, para que nosso futuro nos traga a exuberância e abundância que Deus nos reservou. Assim impediremos que o medo nos tranque num quarto escuro para que os outros desfrutem do que abandonamos lá fora desse lugar onde nos aprisionamos.
Pode contar comigo para ajudá-los a jogar fora todos os padrões negativos que os fazem procrastinar adiando a felicidade.
Fiquem com Deus e a minha melhor intenção.
Tenham um ótimo dia.
A seguir reproduzo o texto.

Bronnie Ware é uma enfermeira e escritora australiana que passou muitos anos da sua vida cuidando de pacientes terminais. Ela escreveu um livro intitulado “Antes de partir: uma vida transformada pelo convívio com pessoas diante da morte”, que descreve as lembranças da sua vida e como esta foi transformada pelo contato com os arrependimentos dos doentes dos quais cuidou.

“Durante muitos anos, trabalhei na área de cuidados paliativos. Meus pacientes iam para casa para morrer. Alguns momentos incrivelmente especiais foram compartilhados. Estive com eles durante as últimas três a doze semanas de suas vidas.”

“As pessoas amadurecem muito quando enfrentam sua própria mortalidade. Aprendi a jamais subestimar a capacidade de uma pessoa de crescer. Algumas mudanças foram fenomenais. Cada um deles experimentou uma variedade de emoções, como é de se esperar: negação, medo, raiva, arrependimento, mais negação e, finalmente, a aceitação. No entanto, cada paciente encontrou sua paz antes de partir, cada um deles”, revelou Bronnie.

Quando lhe perguntaram sobre os desejos e arrependimentos que as pessoas tinham no momento da sua morte, ela revelou em seu blog os mais comuns e os que mais a impactaram:

1. Eu queria ter tido a coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, não a vida que os outros esperavam de mim.

Este foi o lamento mais comum de todos. Quando as pessoas percebem que sua vida está a ponto de terminar e olham para trás com clareza, é fácil ver quantos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não havia realizado nem a metade dos seus sonhos e tinha de morrer sabendo que isso se devia às escolhas que fizeram – ou que não fizeram.

2. Gostaria de não ter trabalhado tanto.

“Isso foi comentado por todos os pacientes do sexo masculino de quem cuidei”, contou a enfermeira. Perderam a juventude dos seus filhos e a companhia de sua esposa. As mulheres também falaram deste pesar, mas, como a maioria dos pacientes era de uma geração anterior, na maior parte dos casos as mulheres cuidavam do lar.

3.  Eu queria ter tido coragem de expressar meus sentimentos.

Muitas pessoas reprimiram seus sentimentos buscando manter a paz com os outros. Como resultado, se conformaram com uma existência medíocre e nunca chegaram a ser o que eram realmente capazes de chegar a ser. Muitas doenças se desenvolveram justamente como resultado dessa amargura e ressentimento que carregavam.

4. Eu queria ter mantido contato com os meus amigos.

Muitas vezes não percebem realmente os benefícios dos velhos amigos, até depois de semanas de convalescênça, e nem sempre foi possível localizá-los. Os pacientes tinham estado tão ocupados com sua própria vida, que acabaram deixando que amizades de ouro se apagassem com o passar dos anos.

5. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz.

Este é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitas pessoas só percebem no final da vida que a felicidade é uma escolha. Percebem que passaram a existência inteira presas a padrões e hábitos antigos. O medo da mudança as fez viver fingindo que estavam contentes, diante dos outros e de si mesmas.

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *